Não
deixar se influenciar pela mídia ou pela moda é um assunto bem chato que já
virou clichê cotidiano dos indivíduos (que se acham) “cultos”, é o tipo
clássico de debate sobre como sou menos alienado do que você, afinal de contas
não vejo televisão, ou não uso internet, ou apenas leio livros e assim por
diante a coisa fica bem entediosa e hipócrita ao mesmo tempo, ah qual é? Vamos
nos libertar desse medo, você se importa sim com o que as pessoas vão pensar de
você “será que estou repetindo essa roupa demais?” “será que meu cabelo
esta oleoso ou ressecado demais?” “E meu carro? Será que não esta
ultrapassado?” “Ah meu Deus, pronto engordei 2 kilos essa semana”
Ah
verdade é, ninguém se liberta desse ciclo vicioso que o capitalismo nos prende.
Será? Bom, “hoje” eu percebi que há um certo momento da vida que isso realmente
é irrelevante, onde nenhum penteado, decote, charme forçado ou algo parecido
fazem a diferença, é ai que você percebe o quanto foi bobo(a) a sua vida
inteira, tentando impressionar as pessoas erradas do jeito errado.
Não
importa a roupa que você esta vestindo para chamar a atenção de alguém, mas sim
o assunto que você tem para entretê-la, não importa o corpo que você possui, se
é gordo ou magro, mas sim a alma que de tão reluzente consegue tirar sorrisos
nas horas mais difíceis, não importa se tem carro, bicicleta, dinheiro, grandes
cargos, status, sapatos, bolsas, brincos, colares, jóias, bijuterias ou um
simples all star, o que realmente importa é a felicidade que as pessoas trazem
em nossa vida com o simples fato de estarem lá.
Talvez
algumas coisas não mudem tanto, afinal de contas quem é que não gosta de
andar bem arrumado, de bem com o corpo (saúde em primeiro lugar), cabelos
saudáveis e ter uma vida financeira estável, sim essas preocupações podem
permanecer, mas de uma forma tão mais banal que nem vamos nos dar conta de que
de fato nos preocupamos com isso.

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